sábado, 2 de novembro de 2013

Novembro de 2013

Faz mais de um mês que não venho aqui, não por falta de vontade, e nem por falta de tempo. Tive mais ou menos um mês de férias de setembro pra outubro e diversas vezes abri a página do blog mas em momento nenhum soube do quê falar, uma crise completa de inspiração. Agora estou aqui com a cabeça cheia de coisas precisando ser categorizadas: "isso é bobagem, aquilo é importante", e uma preguiça desgraçada somada à uma crise de enxaqueca daquelas que dura dias.
E o que tem na minha cabeça nesse início de novembro? Tem livros pra ler, trabalhos da faculdade pra fazer
eu "pensanu" na vida
(o período já começou com cara de fim de período), escrever algo que possa vir a ser uma monografia ano que vem (o que implica ler mais), ir atrás da escola em que irei fazer estágio supervisionado e iniciar de vez o estágio. Passa pela minha cabeça que tenho que terminar de organizar os arquivos que consegui recuperar no meu HD (porque mês passado perdi todos os arquivos do meu computador). As séries que tenho pra assistir... E penso, claro, no Inexplicável.
Nada do que eu planejei para o blog esse ano deu certo, não que meu rendimento por aqui tenha sido tão baixo, mas eu quis tanto me dedicar mais e não consegui. Tenho pensado em novas mudanças que tornem mais fácil me dedicar ao blog em meio a tantas coisas a fazer, devo fazer um vídeo daqui pro fim do mês explicando estas mudanças, depende da chegada da câmera nova (*-*). O que posso dizer, no geral é que vou tentar trazer de volta os textos semanais e os vídeos mensais, vamos ver no que vai dar.
nós 
No que mais eu tenho pensado? No ano de 2009, mais especificamente na virada de outubro para novembro. A viagem que fiz com minha turma de 3º ano completou 4 anos, e até hoje, a sensação é que não foi só uma viagem, mas um marco nas nossas adolescências e evidentemente nas nossas vidas por completo. Essa viagem pode até ser resumida em "histórias, bebidas, sorrisos e afeto em frente ao mar" (Leoni assinando nossa trilha sonora rs), mas pode ser muito mais do que isso, mas o que que tem demais é coisa de coração, só entende que estava lá. Pensei mesmo em fazer um texto aqui no blog sobre essa viagem, mas nem sempre o que se sente é algo que precisa ser dito, esses 4 anos tem um significado muito particular pra quem viveu aqueles momentos, então decidi apenas citá-la aqui, por ser parte daqueles pensamentos que eu posso separar como "importantes".
As vezes eu termino um texto deste tamanho e nem acredito que fui capaz de escrever tanto, é a melhor forma de perceber o quanto eu tinha na cabeça precisando ser posto pra fora... Talvez agora a enxaqueca diminua, talvez agora eu durma. Boa noite gente, até a vista.

sábado, 14 de setembro de 2013

Engrenagens

Não precisa entender de mecânica pra saber o quão importantes são as engrenagens para o funcionamento daquela determinada máquina ou aparelho. Existem diversos tipos de engrenagens e pra cada tipo uma função, mas o mais interessante é que elas nunca funcionam sozinhas, uma gira, que gira outra que mexe com outra e com esse movimento "coletivo" faz com que as coisas funcionem. Um objeto tão comum e aparentemente sem graça pode fascinar quando visto trabalhando em conjunto fazendo algo grandioso ganhar "vida".
Porque essa viagem toda tinha
que ter tido uma "inspiração"
Mas o que faz alguém parar pra escrever sobre engrenagens? Por que esse trabalho? Porque esse texto é muito mais que divagações sobre um componente mecânico, esse é um texto sobre pessoas. E o que pessoas tem a ver com engrenagens? Bom, talvez você já tenha entendido onde eu quero chegar, mas se não, é coisa simples que eu explico rápido. Pessoas, como engrenagens, são importantes para que as coisas funcionem, mesmo onde uma máquina faz tudo, pessoas são necessárias. Pessoas também não funcionam sozinhas, até tentam, pois pessoas tem algo que engrenagens não tem: individualismo. Mas de fato, o que é que se consegue 100% sozinho? As pessoas tem capacidade de fazer coisas grandiosas acontecerem, e é na coletividade que essas grandes coisas acontecem, assim como um grande relógio de uma torre funciona por anos através da "coletividade" das engrenagens.
Esse é um texto sobre nós, humanos, capazes de mover o mundo, mas nunca sozinhos, e mais importante, sem nunca parar, porque engrenagens só servem enquanto giram. E enquanto vivos é o que temos a fazer: nos unir e nunca parar, e só assim um mundo grandioso se fará ao nosso redor.