Acabou a TBR em Cacos e eu só consegui ler um dos quatro livros escolhidos (What a shame!) No vídeo de hoje eu dou minha palavra final sobre meu desempenho nesta maratona e sobre minhas impressões sobre os livros "lidos". Além disso, falo sobre minha programação para outubro, o MÊS DO HORROR.
Olá inexplicáveis! Amanhã é Halloween e para celebrar a data, o Milho Wonka criou uma TAG especial sobre a data, mas principalmente sobre todo o universo do terror: livros, filmes, séries, jogos...
Eu não tinha preparado nada para o Halloween, e nem via necessidade, na real, mas me encantei pela temática da TAG e decidi respondê-la... E foi ai que deu tudo errado. O vídeo que você verá abaixo precisou ser gravado quatro vezes pra que eu obtivesse o resultado que vocês verão, e mesmo assim ainda foi bem complicado. Primeiro que, talvez pela minha ideia genial de gravar com pouca luz pra dar um clima sombrio, no meio do vídeo eu fiquei sem foco, e ficou assim até o vídeo acabar, então, de antemão, me perdoem pelo vacilo. Segundo, durante a edição o áudio dessincronizou e eu tentei o máximo que pude deixar tudo certinho, mas edição é um trocinho complicado, então se por acaso alguma coisa não tiver legal no áudio, peço perdão mais uma vez.
Sofri mas consegui finalmente gravar o Videocast de Fevereiro, que juntei com Março num pacote só. Com vocês, tomando chá pra cólica renal Raquel S. Ramos e o #InexplicavelVideocast:
Hoje é quarta, dia de Tag Literária aqui no blog. Pra hoje eu fiz um vídeo falando sobre minha autora favorita, e meus livros favoritos, e os filmes baseados nos livros. Com vocês a "Tag: Meu Autor Favorito", estrelando Anne Rice:
"Não sei nada, porque sei demais, e não entendo o bastante nem entenderei. Mas você me ensinou tanto quanto qualquer um que conheci, que o amor é necessário, tanto quanto a chuva para as flores e para as árvores, e o alimento para a criança faminta, e sangue para esses animais predadores que se alimentam de carniça famintos e sedentos que nós somos. Precisamos de amor, e o amor pode nos fazer esquecer toda a selvageria, como talvez nada mais possa." - Marius de Romanus
"O Vampiro Armand" - Anne Rice
O Vampiro Armand é um dos melhores livros que já li e lembro que na época em que li espalhei o trecho acima por todo lugar pelo simples fato de ser a fala mais linda de todas, de todos os personagens e todos os livros de Anne Rice. Amo esta citação pelo fato de me fazer pensar no que é o amor pra alguém que viveu milhões de anos, é ficção, mas me faz ver que independente do quanto se vive e como se vive, o amor é superior a tudo e continua sendo o sentimento mais nobre.
Então é isso gente, mais um dia de desafio cumprido.
Não é mentira de 1º de Abril, eu estou sim postando no blog! aêê \o\\o//o/
E o que eu vou postar? A continuação da minha série de resenhas das Crônicas Vampirescas da Anne Rice.
A última postagem dessa série foi em 2010, época em que eu ainda tinha tempo pra literatura, já que ultimamente minha dedicação é quase exclusiva à História (principalmente agora que estou estudando Teoria da História).
Mas bem, trouxe mais duas resenhas das crônicas, porque quando a gente curte alguma coisa gosta de mostrar e gostaria que todos gostassem (acho que estou desaprendendo a escrever algo que faça algum sentido). Vamos às resenhas:
Merrik é o cruzamento entre as duas sagas emblemáticas da Anne Rice, as Crônicas Vampirescas e a Trilogia Mayfair.
O sétimo livro das Crônicas Vampirescas foi lançado após a Trilogia Mayfair e os Novos Contos Vampirescos e nos trás o encontro dos já conhecidos personagens Louis, Lestat e David com uma bruxa vinda de um dos seguimentos da família Mayfair: Merrick.
Parte história do livro remete à Entrevista com o Vampiro, mais especificamente ao amor entre Louis e a vampira criança Cláudia. Merrick Mayfair, a bruxa protegida pela Talamasca é contatada pelos vampiros para que use seus poderes e estabeleça de alguma forma um contato, mesmo que rápido com Cláudia morta a séculos. Porém a maior parte da narrativa conta a história de Merrick desde criança e percorre a aventura com David pela América Central.
É uma história envolvente, curiosa e interessante do início ao fim, Merrick é uma personagem fascinante. O livro deixa aquela vontade de ler as demais sagas que aqui se entrelaçam, uma das obras mais inteligentes da Anne Rice.
Post passado eu disse que tava pensado em um
assunto aleatório pra postar aqui, bem, decidi deixar a preguiça de lado e
aproveitar a insônia pra colocar o blog em dia.
Então, este post vai quebrar a sequência que vinha nos posts anteriores com a
temática 'música', dessa vez eu decidi falar um pouco de cinema, mais especificamente
sobre alguns personagens que particularmente eu gosto muito.
De onde veio a inspiração? De um photoset do
tumblr com vilões de filmes de terror
Qual é o assunto do post? Os vilões do cinema que
eu mais gosto, independente do gênero de filme.
Anne Rice é miiinha autora, se tem dúvida de que eu sou fã dela clique no marcador vampiros, mais da metade dos posts é sobre os livros dela, bom, eu não vou repetir o que eu acho sobre Crepúsculo porque já fiz um post enorme sobre isso. Mas o que importa agora é o que Anne, minha DIVA falou sobre Crepúsculo:
Anne Rice espeta autora da saga 'Crepúsculo' mais uma vez
O Globo
RIO - Ela já tinha dito antes que achava ruins e mal escritos os livros da saga 'Twilight/Crepúsculo', de Stephenie Meyer. Mas a grande dama da literatura de vampiros, Anne Rice, voltou à carga sobre o assunto. Em recente entrevista, divulgando o seu novo livro, 'Of love and evil', Rice soltou o verbo de novo: "'Twilight' é baseado numa premissa tola: a de que imortais vão para o colégio. Que falta de imaginação. A ideia de que, se você fosse imortal, iria para uma escola em vez de a Paris, Katmandu ou Veneza é boba. É um vampirismo idiota para crianças. Mas funcionou para ela, e fez sucesso", disse Rice.
Perguntada sobre como ela vê os vampiros, Rice respondeu: 'Sempre vi os vampiros como uma metáfora para o outsider que há em cada um de nós, o criminoso, o predador. Escrevo sobre criaturas míticas que representam os nossos lados negros. Parte do mistério em ser humano está nessa mistura de nosso lado animal com o espiritual. Temos a capacidade de matar, mas também a capacidade de amar". Ela terminou dizendo que acha ridículo receber cartas de gente reclamando dela por endeusar os vampiros em seus livros e gostar de assistir à série de TV com vampiros 'True blood'. Ao que ela respondeu: 'Eles são criaturas de ficção, não existem. Tenham isso na cabeça, por favor".
Estou enferrujada, o Inexplicável anda cheio de teias de aranha, mas, ok, eu li mais duas crônicas vampirescas de Anne Rice e vou falar um pouco sobre eles, bom na verdade, vou copiar as resenhas que eu fiz pro skoob e me perdoem elas não terem ficado muito boas, mas faz tempo que eu não escrevo nada.
Memnoch
Memnoch é o quinto livro das Crônicas Vampirescas de Anne Rice. Nele o protagonista Lestat conhece Memnoch, que se diz o próprio diabo que vem lhe fazer a proposta de torna-lo seu príncipe.
É a mais polêmica das Crônicas por conter forte teor religioso, Lestat vai ao céu e ao inferno e conhece além do suposto diabo (Memnoch), o Deus encarnado. Tem a chance de beber o sangue de Cristo à caminho da crucificação e leva para si o sudário de Verônica que é a prova da "verdade" de sua aventura.
Lestat tem dessa vez uma decisão séria a fazer e pela primeira vez se sente realmente amedrontado e ao mesmo tempo espantado e até maravilhado com tudo que Memnoch lhe mostra.
O Vampiro Armand ("Não por mãos humanas") O Vampiro Armand é o sexto livro das Crônicas Vampiresca de Anne Rice e traz de volta o vampiresco à trama. Não tem como não se apaixonar pelo poderoso vampiro com eterno rosto de criança.
Andrei, Amadeo, Armand... Nosso personagem conta sua história ao jovem vampiro David, sua história cheia de aventuras, cheia de erotismo e cheia de fases. Conta seus anos com seu criador Marius de Romanus, seus anos como líder da congregação dos Filhos das Trevas de Paris, e depois como líder do Teatro dos Vampiros e posteriormente dono da Ilha da Noite.
Este livro completa ainda a história de Memnoch, mostrando os resultados da aventura polemica e de teor religioso vivida por Lestat no quinto livro da série.
A grande maioria dos fãs da obra de Anne Rice (e quando eu digo grande maioria é grande mesmo) abomina o filme A Rainha dos Condenados, homonimo do terceiro livro das Crônicas Vampirescas.
Eu acho um filme digno, com umas tosqueiras aqui e ali, mas digno. Porém, como fã das Crônicas Vampirescas, não pude deixar de ficar revoltada com a história do filme, que é totalmente diferente da história dos livros nos quais é baseado: O Vampiro Lestat e A Rainha dos condenados.
Eu separei quatro pontos que eu posso destacar de mais absurdo no filme:
· Lestat criado por Marius - Todo bom leitor de Anne Rice sabe que Lestat foi Transformado por Magnus, que se matou após a transformação. Marius é outra personagem que surge bem depois e claro, tem sua importância. Como é mostrado no filme, ele protege as estátuas-vivas do rei e da rainha dos vampiros.
· A violinista - No filme enfiaram uma violinista para justificar o fato de Lestat guardar carinhosamente o violino que ele usa para tocar para a estátuas-viva de Akasha (a rainha). Esta mocinha não existe no livro, a verdade é que há um violinista, Nicholas de Lenfent, com o qual Lestat fugiu para Paris quando ainda era humano.
· A história de Jesse - Sim é verdade que Jesse é descendente da filha de Mharet, mas ela não viveu entre os vampiros quando pequena. Ela também não foi transformada em vampira por Lestat e sim pela própria Maharet, aliás o suposto romance entre ela e Lestat nem existe no livro.
· Cadê as gêmeas? - Maharet no filme aparece apenas como parente distante de Jesse e aliada de Marius. O que o filme não conta é que se não fosse por ela e sua gêmea Mekare, os vampiros nem existiriam.
Bom, entre outras coisas, estes quatro pontos são essenciais para compreender o ódio por parte dos fãs de Anne Rice. Se você conhece a história pode acrecentar algo por comentário. Obrigada.
Agora sim, resolvi fiinalmente falar, digo, postar a minha real opinião...
Já tava mais do que na hora de fazer um post sério falando sobre Crepúsculo né? Afinal de contas já foi lançado o terceiro filme da saga, e sério, ainda estou considerando se vou ao cinema ou não assistir. O fato é que, os dois primeiros eu quis ir ao cinema assistir e não fui, o resultado foi que depois eu percebi que não tinha perdido grande coisa. Mas vamos começar essa história do começo.
Final de 2008, estava eu assistindo a MTV (como costumava fazer na época) e passa um clip do Paramore que eu ainda não conhecia, um clip com um clima meio sombrio e criaturas muito brancas passando pela tela. O que veio à minha cabeça? Filme novo de vampiros!! Fiquei empolgada, lógico, e tinha que saber do que se tratava. No fim do clip tinha a indicação de que a música era trilha sonora de um filme chamado Twilight. Certo tempo depois, estava eu conversando com uma amiga minha e comento a existencia de tal filme, que eu, com minha memória "infalível" não lembrava o nome. Aí ela me pergunta: "Não é Crepúsculo não?" Ela achou incrível eu não saber o que era Crepúsculo, mas eu realmente não sabia. Fiquei sabendo então que vinha por aí a mais nova febre. E a primeira opinião que eu ouvi (dessa minha amiga) foi: "Olha, eu tô lendo o livro e ele é bonzinho, mas eu ainda não entendo tanta fama" A segunda opinião (de uma outra amiga minha) foi algo do tipo: O livro é tão bom, tão lindo, tão leve..." Enfim, eu precisava ver por mim mesma.
Agora vou falar de duas das minhas maiores paixões: as séries de TV e os vampiros.
As séries de vampiros são sucesso desde Buffy a caça vampiros, talvêz a mais bem-sucedida série de vampiros da história, nela, a estudante Buffy Summers caçava vampiros e o que mais aparecesse e fosse sobrenatural, e namorava um vampiro também. Em alguns episódios Buffy era ajudada pelo vampiro e caçador Angel, que também teve sua própria série de TV. Seguindo a linha dos caçadores de vampiros, temos Blade (o que anda de dia), o meio vampiro nascido no cinema, estrelado por Wesley Snipes e trazido para a TV para mais aventuras e caçadas.
Um dos sucessos mais atuais é Vampire diaries, a história dos irmãos Stefan e Demon, vampiros, apaixonados pela mesma garota, Elena. Série baseada nos livros de L.J. Smith, sucesso mundial.
Incrivel ver como os vampiros mudaram de perfil com o passar dos
tempos, vemos hoje uma infinidade de séries que tratam da convivencia
segura entre humanos e vampiros. Temos como expoente deste estilo True Blood, onde os vampiros bebem um tipo de sangue sintético vendido em bares normalmente como se fosse cerveja. Temos também Moonlight, onde o protagonista vampiro (Mick St.John) é um detetive particular, o que, aliás nem é tanta novidade, porque na série Forever Knight de 1989, o protagonista Nick
Knight era também um detetive, talvêz tenha até sido o primeiro vampiro
bonzinho da TV.
Mas voltando a Moonlight, nesta série, os vampiros
podem andar durante o dia (mas não se manter por muito tempo expostos ao
sol pra não desidratar), e as clássicas estacas de madeira no coração
pode paralizá-los, mas não matá-los.
Claro que essas não são as únicas séries de vampiros existentes, existe realmente uma infinidade delas, mas estas são as minhas dicas de hoje, um pouco do que eu sei de cada uma delas, que provavelmente são as melhores mesmo. Aventura, ação, tensão e até alguns vampiros bonitões em algumas delas...só pra deixar o negócio mais fofinho.
Aqui estou eu falando de vampiros de novo, um pequeno vício saudável. Dessa vez vou falar de mais duas Cronicas Vampirescas. Vamo lá:
O terceiro volume das crônicas é A Rainha dos Condenados, um livro apaixodadoramente bom pra quem gosta de terror e sangue, a combinação perfeita entre Bruxas, Vampiros e Mitologia Egípcia. O livro conta como surgiu a primeira vampira Akasha, rainha do Egito e mãe de todos os condenados, possuida por Amel, espírito sedento de sangue trazido ao Egito pelas bruxas gêmeas Mekare e Maharet, capturadas, presas e humilhadas por conta de seus costumes antropofágicos.
Descendente de Maharet, Jesse, paranormal e estudiosa de seres paranormais pelo Talamasca desenvolve certo facínio pelos vampiros, especialmente um deles, o "príncipe moleque" , o inconsequente escritor e ídolo do rock, Lestat de Lioncourt, que através de su livro e suas músicas revela segredos e viola todas as regras dos vampiros, despertando a fúria de muitos e despertando de seu sono petrificado a rainha Akasha, iniciando assim uma verdadeira carnificina. Tomando Lestat como seu novo rei, Akasha pretende agora ter o mundo inteiro aos seus pés, construir um mundo novo em que as mulheres dominariam, estinguir os homens quase por completo da face da terra, fazê-los de meros reprodutores. Agora cabe aos mais antigos e poderosos vampiros fazer com que Akasha pare seu movimento.
Uma junção de O Vampiro Lestat e A Rainha dos Condenados deu orígem ao filme A Rainha dos Condenados que distorceu completamente a hisória de O Vampiro Lestat e levou para as telas a parte menos relevante de A Rainha dos Condenados. Não deixa de ser um bom filme, mas se quiser conhecer a história das Crônicas Vampirescas escritas por Anne Rice, desconcidere-o.
Quem conhece minha família sabe que somos todos meiomaluquinhos(eu não sou a única), das nossas conversas sempre saem pérolas pra stand up comedy nenhum botardefeito.......
Já estava na hora de eu falar de Crepúsculo aqui no blog, ah só pra constar, eu não tô falando de algo que eu não conheço, já li os 3 primeiros livros da saga (se é que se pode chamar assim, saga dá uma idéia de aventura né?). Essa onda de Crepúsculo seguido de outras histórias de vampiros adolescentes está gerando muita discursão sobre o tema vampiro, até meu irmão agora sismou de me chamar de vampira (sacou, vampira de 17 anos), e os créditos da tal teoria que o título do post sugere são todos dele, meu irmão.
Estavamos minha tia, meu irmão e eu conversando, e eu não me lembro como chegou no assunto, mas sei que minha tia comentou sobre como Entrevista com o Vampiro era bom e que nunca mais tinha visto esse filme numa locadora, eu concordei, disse que só tinha visto em uma locadora aqui na minha cidade, então meu irmão veio com a pérola/teoria:
- É que aquele filme revela coisas demais sobre os vampiros, então tiraram de circulação e inventaram essas historinhas de vampiros adolescentes pra camuflar a história. (foi mais ou menos isso que ele disse)
Não é genial? Criaram histórias de vampiros bem nada a ver pra esconder os fatos reais da parada, as coisas que asCrônicas Vampirescasrevelam.
hihihi Tudo bem, é só uma piada, mas num é ótimo? Vlw Rominho, pela idéia para o post.
Sou compeltamente viciada em vampiros (os bons e velhos), este é o primeiro post de sobre uma série de livros clássicos da "literatura vampira": "As Crônicas Vampirescas" de Anne Rice. Vamos começar pelos 2 primeiros volumes.Primeiro "Entrevista com o vampiro" que narra a biografia do vampiro Louis (se é que vampiro pode ter biografia) à partir de uma entrevista dada pelo próprio. Seu nascimento como vampiro, sua dor pelo seu destino sangrento, seu amor pela pequena criança vampira Cláudia, o plano (idealizado pro Cláudia) de destruir deu criador, Lestat, descrito por ele como uma criatura sangrenta e cruel. Tudo isso numa narrativa simplesmente envolvente. Para quem prefere cinema aos livros o filme "Entrevista com o vampiro" é uma boa opção, ele é estrelado por Brad Pit (Louis), Tom Cruise (Lestat) e KirstenDunst (Cláudia).
Stuart townsend como Lestat
O segundo volume é "O Vampiro Lestat", que é uma biografia escrita pelo próprio, em que ele conta desde o início de sua vida humana, neste livro ele reconta com as palavras dele a história do primeiro livro (que inclusive o próprio Lestat leu). Suas aventuras e fugas da juventude, sua luta com uma alcatéia de lobos, sua relação com o violinista Nicholas, sua transformação pelo vampiro Magnus, seu embate com a congregação dos Filhos das Trevas, liderada por Armand, a fundação do Teatro dos Vampiros, a criação de Gabrielle, mãe mortal e filha imortal de Lestat. Tudo isso na melhor narração possível, envolvente, ecitante e divertida. A opção cinematográfica é "A Rainha dos Condenados" que na verdade é o terceiro volume das crônicas, mas pela falta de um filme para o segundo livro, tiveram de contar a história de Lestat neste filme mesmo, o resultado é que a coisa ficou um tanto deturpada, por isso a leitura é indispensável."Come out, come out, wherever you are!"